quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Vasco abre votação para nova pintura de São Januário

Sócios poderão escolher entre três modelos como ficará nova cara do estádio

Por Thiago Fernandes Rio de Janeiro

O Vasco abriu, nesta quinta-feira, a votação para escolher a nova cara de São Januário. Os sócios do clube têm três modelos à disposição para votar através do site www.ovascoemeu.com.br. Os torcedores terão 14 dias para optar por um dos designs.
escolha nova pintura de São januário vasco

No site, torcedor poderá conhecer bem os três modelos antes de votar (Foto: Divulgação)

- Essa parceria tem uma importância muito grande para a Iquine. É uma empresa que tem capital 100% nacional. Esse projeto vai funcionar não só pata ter a beleza de São Januário de volta, mas para nosso associado poder participar das decisões do clube. Esse é o caminho para fortalecer a relação de respeito entre nós - disse o presidente Roberto Dinamite.

Todo o custo da obra será arcado pela empresa de tintas Iquine, que já é parceira do clube em outras áreas, como a restauração do teto das sociais. A fábrica, que tem uma marca forte no nordeste, quer se expandir para o sudeste e vê essas ações como uma maneira de ter mais divulgação.

A obra será realizada no fim do Brasileiro, no período em que o time estiver de férias. O intuito é não atrapalhar nem os treinos, nem as partidas oficiais do Vasco e do Duque de Caxias, que manda seus jogos da Série B na Colina.

Conheça cada um dos modelos:

nova pintura de São januário vasco cruz de maltaNo modelo cuz de malta, o símbolo do Vasco ganha destaque em todas as arquibancadas (Foto: Divulgação) nova pintura de São januário vasco camisas negrasModelo Gigante da Colina trabalha com retas se cruzando (Foto: Divulgação)
nova pintura de São januário vasco camisas negras
No modelo camisas negras há menos desenhos e uma divisão clara entre branco e preto (Foto: Divulgação)
fonte: globo

Criador do 'monstro' Conca, Renato será responsável por anular a criatura

Primeiro técnico do argentino no Brasil, treinador do Grêmio tem relação de amizade com meia do Fluminense, adversário desta quinta-feira

Por Cahê Mota, Diego Rodrigues e Eduardo Cecconi Rio de Janeiro

conca e renato gaucho no treino do vasco
Conca e Renato ainda no Vasco

(Foto: Agência O Globo)

Criador e criatura frente a frente. O reencontro promete. E certamente os momentos que antecederão o início de Fluminense x Grêmio, nesta quinta-feira, no Engenhão, serão marcados por um singelo abraço do meia argentino Darío Conca no técnico Renato Gaúcho. Responsável por acolher o apoiador e ajudar na sua adaptação ao Brasil, o treinador do Grêmio terá agora que achar uma fórmula para anular o “monstro” que ajudou a formar.

Afinal, o meia do Flu, que participou de todas as rodadas do Campeonato Brasileiro, é o destaque do adversário, líder da competição com 54 pontos. Para a equipe gaúcha continuar com o sonho do título, precisa vencer e diminuir a diferença de sete para quatro pontos do rival. E parar Conca é fundamental.

Destinos se cruzam no Rio de Janeiro

Mas se hoje estão de lados opostos, os dois já protagonizaram momentos de alegria e tristeza juntos. A maioria nas Laranjeiras. No entanto, o início foi em outro clube carioca, o Vasco da Gama, em 2007. Em São Januário, um tímido Conca encontrou dificuldade com a língua, e a adaptação à cultura brasileira foi lenta.

O problema maior, no entanto, tenha sido a reserva. Com poucas oportunidades no início, foi relegado ao banco. O próprio Renato Gaúcho explica o motivo pelo qual preferiu não utilizá-lo entre os titulares no começo.

- O Conca veio do Chile “na maca”. No primeiro treino o garoto quase morreu. No início ele sofreu muito. Fizemos um trabalho especial, para ele foi muito bom em termos de adaptação. Demos corpo para ele.

Conca não se opôs à ideia. Ciente da importância do trabalho estimulado por Renato, o jogador entendeu o recado.

- Comecei jogando, mas depois saí. Eu não estava bem e ele (Renato Gaúcho) me deixou no banco, me fez trabalhar um pouco mais isso (ganhar mais massa muscular). Foi bom para mim. Aprendi muitas coisas. Ele me ajudou nesse sentido e em outras coisas mais. Só tenho a agradecer a ele – garante o meia.

conca e renato gaucho no treino do fluminense
No Fluminense, a dupla chegou ao vice-campeonato da Taça Libertadores de 2008 (Foto: Agência O Globo)

Mas o melhor ainda estava por vir. Em 2008, contratado pelo Fluminense, Conca reencontrou Renato Gaúcho. A missão: ganhar o inédito título da Libertadores. Conca não chegou como solução, era apenas um coadjuvante no elenco. A resposta veio em campo. Após boas atuações, se tornou um dos pilares da equipe que eliminou São Paulo (quartas de final) e Boca Júniors (semifinal), mas perdeu para a LDU na decisão – o meia desperdiçou uma cobrança na disputa por pênaltis.

De lá para cá o argentino se firmou nas Laranjeiras, virou ídolo, foi contratado em definitivo pelo clube e é considerado um dos melhores jogadores em atividade no país. Já Renato Gaúcho, após a demissão ainda em 2008, durante o Brasileiro, passou pelo Vasco, quando foi rebaixado naquele ano - na ocasião, enfrentou Conca e saiu vitorioso: Vasco 1 a 0 Fluminense -, e em 2009 voltou para o Tricolor carioca. Mas deixou o time na lanterna do Nacional, demitido. Em 2010, comandou o Bahia na Série B e se firmou novamente no cenário nacional com o ótimo trabalho que realiza com Grêmio – tem a melhor campanha do segundo turno.

Mas, se em campo eles serão adversários na quinta, antes lembram com carinho um do outro e trocam elogios. Afinal, juntos já tiveram muita história para contar.

- O Conca é um dos cinco craques do campeonato, um jogador diferenciado, todas as jogadas passam por ele. É um jogador muito simples e muito bom de bola. Fora das quatro linhas é exemplar. Torço muito por ele. Como eu disse, é um dos cinco melhores do campeonato, e isso não me surpreende – garante Renato.

- É um amigo. Um cara que me ensinou muito. Só tenho que agradecer. Me ajudou no Vasco e no Fluminense, me deu confiança. Muitas pessoas me ajudaram, mas ele me ajudou muito – agradece Conca.

fonte: globo

Filho do Vento quer se despedir dos gramados com o América-MG na elite

Atacante Euller anuncia a aposentadoria para o fim desta temporada.
Intenção é iniciar, de forma imediata, a carreira de técnico de futebol

Por Marco Antônio Astoni Belo Horizonte

O "Filho do Vento" deixará o futebol. Após 21 anos de carreira, chegou a hora de parar. Euller Elias de Carvalho, de 39 anos, mineiro de Felixlândia, casado e pai de dois filhos – o terceiro chegará em janeiro – anunciou que vai pendurar as chuteiras. O plano inicial para a aposentadoria era para 2012, ano em que o América-MG, time de coração do atacante, completará 100 anos. Porém, as constantes lesões, os planos de virar treinador e a volta iminente do Coelho à elite do futebol brasileiro o fizeram antecipar o projeto.

Com passagens marcantes por São Paulo, Atlético-MG, Palmeiras e Vasco, o atacante já pensa em sua festa de despedida.

- Está na hora, está chegando o momento. Ainda vou sentar com a diretoria para definir esta situação. Gostaria muito de fazer um jogo de despedida com a camisa do América. Vou conversar com eles sobre a possibilidade de, na reinauguração do Independência, fazer a despedida.

Euller não escondeu o carinho especial pelo Coelho. Foram três passagens pelo clube, com alegrias, decepções e a idolatria de uma torcida que festeja cada vez que o Filho do Vento, apelido que ganhou por causa da velocidade que o caracterizava, entra em campo.

- O América significa muito porque foi onde eu comecei. Foi onde eu tive a minha primeira oportunidade no profissional. Quando criança, eu acompanhava o América porque tinha um jogador da minha cidade atuando no clube. Vim para Belo Horizonte. Fiz teste no Atlético, não passei; no Cruzeiro, não passei; fiz teste também no América e não passei. Fui parar no Venda Nova. Comecei lá e depois fui comprado pelo Coelho. Na época, meu passe saiu até ‘caro’. Um par de chuteiras, um beliche e uma bola. Mas cheguei com a intenção de um dia conquistar objetivos e, graças a Deus, conquistei. E muitos. Então é assim: é minha casa, é o clube que me revelou, que me projetou para o futebol mundial. Então, tenho que agradecer muito.

Ao mestre, com carinho

Atacante Euller , do América-MG

Euller reiterou carinho especial por Telê Santana, seu técnico no São Paulo, nos anos de 1994 e 1995. Para o atacante, o principal responsável pela carreira longeva e pelo sucesso nos vários clubes por onde passou foi o Mestre Telê.

- É difícil um atleta chegar em uma idade tão avançada jogando. Mas eu, quando comecei minha carreira, projetei isso para mim. Eu abri mão de muitas coisas para que pudesse ter uma vida longa no futebol e, hoje, posso dizer que valeu à pena. Tenho que agradecer muito a todas as pessoas da minha vida, principalmente ao Telê Santana, que foi não só um treinador, mas um pai pra mim. Ouvi muitos conselhos dele, e um deles era exatamente esse: prolongar ao máximo a sua carreira. Enquanto tiver jeito, vai, ele dizia. E hoje eu estou aí jogando, graças a tudo o que aconteceu no início e aos ensinamentos do Mestre Telê.

O Filho do Vento não nega que Telê Santana é uma de suas principais inspirações e exemplos para se aventurar na carreira de técnico de futebol. Euller conhece bem as dificuldades e os espinhos do caminho.

- O que eu pretendo é ser treinador. Já fiz o meu curso, quero fazer bastante estágio, ir à Europa para ver muitos jogos, me preparar bem para entrar na função de treinador e não entrar de qualquer maneira. Eu quero entrar preparado, porque não é fácil. Hoje em dia, o treinador perde dois ou três joguinhos e é mandado embora. Então, eu quero me preparar bem.

Encontros e despedidas

Atacante Euller , do América-MG
Atacante comemora carreira vitorisosa no futebol

(Foto: Marco Antônio Astoni / Globoesporte.com)

A carreira de Euller é marcada por bons e maus momentos. O atacante foi campeão por todos os clubes que defendeu. Ganhou campeonatos estaduais por América, Atlético e São Caetano. Foi campeão brasileiro pelo Vasco. Venceu duas Recopas Sul-Americanas com o São Paulo e conquistou a Taça Libertadores com o Palmeiras.

Mas segundo ele, o momento mais marcante de sua carreira, foi a primeira convocação para a Seleção Brasileira. O Filho do Vento foi chamado nove vezes, jogou sete partidas e fez três gols com a camisa canarinho.

- Em cada clube que eu joguei, tive momentos importantes, de muita glória, como o primeiro jogo como profissional, o primeiro gol, o primeiro clássico. Mas, a primeira convocação para a Seleção, sem dúvida, é aquilo que mais marca a carreira de um jogador. Eu estava no Vasco e, no momento da divulgação da lista, estava no supermercado. Quando eu recebi a ligação da assessoria do Vasco, minhas pernas tremeram, eu não sabia o que fazer. Só tive alegria naquele momento, chorei de felicidade, porque era tudo o que eu gostaria que acontecesse.

Por outro lado, Euller teve momentos tristes no futebol. Participou do time do Atlético que foi rebaixado à Série B do Campeonato Brasileiro, em 2005. E não escondeu as lágrimas após o jogo contra o Vasco, que decretou a queda do Galo para a segundona. Em 2007, o jogador também esteve no rebaixamento do América para o Módulo II do Campeonato Mineiro. Nesse difícil período da história do Coelho, Euller chegou a tirar dinheiro do bolso para comprar cestas básicas para os funcionários do clube e até mesmo um carrinho para cortar a grama do CT americano.

Mas estas páginas tristes não se comparam à maior dor vivida pelo Filho do Vento no futebol: ver seu amigo e companheiro de clube, Serginho, morrer em pleno gramado. O São Caetano jogava contra o São Paulo, no Morumbi, no dia 27 de outubro de 2004, quando o zagueiro sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

- A maior tristeza que eu tive dentro do futebol foi ver a morte do Serginho, na época em que eu jogava no São Caetano. Aquilo realmente foi algo que marcou muito na minha vida, porque foi um cara que, quando eu cheguei no São Cateano, fiz uma amizade muito grande. Já tínhamos até marcado de passear com as famílias nas férias. Quando aconteceu aquilo, eu até pensei em parar de jogar. Naquele dia mesmo, falei para minha esposa que não queria mais. Mas conversei com muitas pessoas, minha esposa, minha mãe, meu empresário, e aí dei continuidade. Mas foi o momento mais triste de minha carreira.

Futuro é o que virá

Atacante Euller , do América-MG
Euller quer virar técnico, após encerrar a carreira

(Foto: Marco Antônio Astoni / Globoesporte.com)

Antes de abandonar a carreira de jogador e se enveredar por outros objetivos no futebol, Euller tem uma missão: levar o América de volta à Série A do Brasileiro. Ausente da elite do futebol nacional desde 2001, o Coelho tem boas chances de retornar em 2011. O time é o vice-líder da Série B, com 55 pontos. Segundo os matemáticos, mais nove nos seis últimos jogos serão suficientes para levar o time à conquista. O Filho do Vento não escondeu o entusiasmo.

- Este é um momento importante, porque o América tem essa oportunidade de voltar à elite do futebol brasileiro. E isso, com certeza, é o sonho de todos nós, jogadores, comissão técnica, diretoria e torcedores. Então a gente tem que aproveitar esses jogos pela frente. É importante a concentração muito grande de todos, focar bem no que se tem para fazer a cada partida. Que cada jogador tenha consciência de se concentrar, de se cuidar fora de campo, procurar ao máximo estar informado do adversário, para que a gente possa conseguir. É oportunidade, não é fácil. Pode ser que ano que vem não consigamos uma chance tão boa como essa, então vamos aproveitá-la.

O acesso à elite do futebol brasileiro representará muita coisa para o América-MG. E um torcedor vai comemorar de forma especial. De dentro de campo, Euller, o Filho do Vento, a prata da casa do Coelho, quer ser parte viva de uma história cheia de percalços e dificuldades, mas que tem tudo para ter um final feliz, no dia 27 de novembro, no Moisés Lucarelli, em Campinas, quando o América enfrentará a Ponte Preta, pela última rodada da Série B do Brasileirão.

- Já estou com 39 anos. Já vivi muita coisa no futebol, graças a Deus. Conquistei muito dentro do campo. Em 2004, quando o América caiu pra Série C do Campeonato Brasileiro, eu estava no São Caetano, e foi muito triste. Então eu coloquei como meta ajudar o clube a voltar para a elite do futebol brasileiro. Uma dessas metas era retornar ao América e poder ajudar dentro de campo. E isso aconteceu. Eu espero que esse ano eu possa conquistar esse objetivo. Se isso acontecer, vou fechar minha carreira com chave de ouro.
fonte: globo

Tite quer três vitórias e dois empates para brigar pelo título na rodada final

Treinador faz cálculos para o Timão chegar com boas chances à 'decisão', contra o Goiás, no Serra Dourada

Por Carlos Augusto Ferrari Rio de Janeiro

Restando seis rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro, o técnico Tite tem na ponta da língua aquilo que o Corinthians precisa fazer para ficar com título. Nas contas do treinador, o Timão chegará à última rodada do torneio brigando pela taça se vencer os três jogos restantes em casa e empatar os dois como visitante.

O Alvinegro enfrentará no Pacaembu o Avaí (3 de novembro), Cruzeiro (dia 11) e Vasco (dia 28). Fora de casa, os rivais serão São Paulo (dia 7) e Vitória (dia 21). Na rodada final, o Alvinegro pega o Goiás (5 de dezembro), no Serra Dourada.

- Vencendo em casa e empatando fora, vamos chegar na última rodada brigando pelo título. Mas tudo dependerá do que acontecer com o passar dos jogos - calculou o comandante.

Vencendo em casa e empatando fora, vamos chegar na última rodada brigando pelo título"
Tite

Com o empate por 1 a 1 diante do Flamengo, no Engenhão, o Corinthians subiu para o segundo lugar, com 54 pontos, mesmo número do líder Fluminense e do terceiro colocado Cruzeiro. Os cariocas enfrentam o Grêmio, nesta quinta-feira, também no Engenhão, enquanto os mineiros pegam o Grêmio Prudente, sábado, no interior de São Paulo.

Tite, porém, prefere olhar para o próximo confronto do Corinthians. Na quarta-feira da próxima semana, o Timão recebe o Avaí, no Pacaembu. Os catarinenses, que começaram o torneio com uma boa campanha, despencaram na tabela e agora aparecem em penúltimo, com 30 pontos,
correndo sério risco de rebaixamento.

- Precisamos fazer um grande jogo. Não é porque o Avaí não está bem que será uma partida fácil. Precisamos nos concentrar em uma grande exibição – completou.

fonte: globo

Candidatura de Espanha e Portugal à Copa de 2018 está sob risco, diz jornal

Fifa abre processo para investigar suposto acordo com Qatar, que concorre à sede do Mundial de 2022

Por GLOBOESPORTE.COM Madri

A Fifa decidiu abrir um processo investigativo sobre a candidatura conjunta de Espanha e Portugal à sede da Copa do Mundo de 2018. De acordo com o jornal espanhol "Marca", haveria um acordo para troca de votos com o Qatar, que concorre à sede do Mundial de 2022. O processo deve ser resolvido antes do dia 2 de dezembro, quando serão divulgados os países que organizarão os dois mundiais posteriores ao do Brasil, em 2014.

O processo foi aberto por solicitação da Federação Inglesa de Futebol. Diz o "Marca" que a comunicação da abertura do processo foi recebida pela Real Federação Espanhola de Futebol na semana passada. Espanhóis e portugueses dizem estar tranquilos e que vão colaborar com a Fifa. Paralelamente, a Fifa estuda uma queixa formal feita pela Rússia, também candidata à 2018, sobre supostas irregularidades da Inglaterra.

fonte: globo

Beckham aposta em título do Real e exalta Mourinho: 'Uma pessoa incrível'

Astro do Galaxy torce por conquista merengue no Campeonato Espanhol

Por GLOBOESPORTE.COM Los Angeles, EUA

David Beckham marca contra o Chivas
David Beckham com a camisa do Galaxy

(Foto: agência AFP)

Diferente do holandês Johan Cruyff, ídolo do Barcelona, que voltou a pegar pesado nas críticas a José Mourinho, o astro inglês David Beckham, do La Galaxy, exaltou as qualidades do comandante português e o qualificou como uma pessoa incrível.

- Admiro Mourinho, é uma pessoa incrível. Foi dos primeiros mandar uma mensagem quando fiquei lesionado - afirmou Beckham.

O jogador assumiu a sua preferência pelo Real Madrid no Espanhol e aposta em título merengue na temporada.

- Sobre quem ganhará... respeito muito o Barcelona, é uma grande equipe, mas o meu coração sempre esteve com o Real Madrid. Creio que este ano com o novo treinador, com Florentino Pérez, uma pessoa que também admiro. Com os jogadores que trouxe este ano creio que vão ganhar o título - finalizou.

fonte: globo

Em alta na Turquia, ex-jogador do Fluminense tatua a bandeira do país

Destaque da surpresa Kayserispor, André Moritz é chamado de ‘puxa-saco’ por colegas de time, mas admite se naturalizar e atuar pela seleção local

Por Marcos Felipe Rio de Janeiro

Andre Moritz Kayserispor tatuagem
Homenagem de Moritz à Turquia (Foto: Divulgação)

Visto como arte marginal há alguns anos, a tatuagem atualmente é algo praticamente normal e aceitável em todas as classes sociais. No futebol, boa parte dos boleiros ostenta ao menos uma, geralmente homenageando um filho ou parente. Mas, na Turquia, um brasileiro inovou.

Desde 2007 atuando no futebol local, o meia André Moritz, ex-Fluminense, prestou um trubuto ao país tatuando no braço o símbolo da bandeira turca.

- Não planejei muito na verdade. Gosto muito de tatuagens e não faço somente por fazer. Gosto por conta do significado. Tenho uma em homenagem aos meus pais e fiz essa porque adoro a Turquia onde já estou há três anos. Até os torcedores dos clubes grandes como Fenerbahçe, Besiktas e Galatasaray me reconhecem. Aqui sou respeitado e vivo um ótimo momento - disse Moritz, principal nome do Kayserispor, terceiro colocado do campeonato local e uma das surpresas da temporada.

Apesar do quarto crescente (a lua e e a estrela) encontrado na bandeira ser uma forte referência ao islamismo, Moritz garante que ninguém ficou ofendido.

- Todo mundo que vê, adora. Me dizem que virei turco de verdade e não veem nenhuma maldade ou desrespeito aos muçulmanos. Só os meus colegas de time é que tiram sarro, dizendo que estou puxando saco do país. Sabe como é jogador... (risos) - contou o jogador, de 24 anos.

Naturalização

Moritz assegura também que a tattoo não tem relação com uma possível naturalização e a conseqüente chance de atuar na seleção da Turquia. No entanto, ele não descarta seguir os passos de outros brasileiros que fizeram o mesmo caminho como, por exemplo, o volante Mehmet Aurélio, do Besiktas.

Andre Moritz no treino Turquia com bandeira turca
André Moritz durante um treino do Kayserispor (Foto: Divulgação)

- É uma possibilidade que aceitaria sim. Até agora ninguém da federação me procurou, mas a imprensa vive batendo nessa tecla. Quando você completa cinco anos de trabalho na Turquia, você ganha direito a cidadania - explicou.

A adaptação ao país é tão grande que, além de falar turco fluentemente (assista aqui a uma entrevista na língua local), Moritz não se incomoda nem um pouco com as rígidas tradições da cidade de Kaiseri, localizada na parte oriental da Turquia.

Andre Moritz Kayserispor
Andre Moritz em ação pelo Kayserispor (Divulgação)

- A cidade é bastante fechada mesmo. Apesar de ser grande e ter mais de um milhão de habitantes, só tem um shopping. Além disso, não é vendida bebida alcoólica por aqui. Um dia meus pais queriam sair para beber um vinho e nada (risos). Mas, por outro lado, isso é muito positivo pois nada atrapalha a concentração da equipe. Além disso, a cidade inteira respira futebol. Você si nas ruas e recebe muito apoio e calor humano - salientou.

Fluminense

Apesar de ter sido revelado no Internacional, foi no Fluminense que André Moritz conseguiu aparecer para o futebol e ganhar uma chance na Europa. Apesar de estar distante, o meia ainda segue acompanhando o Tricolor carioca, líder do Brasileirão.

- Quando não fica muito tarde eu assisto aos jogos, afinal, o time está na liderança. Toda minha família é Fluminense e assim como eles estou na torcida.

O dia em que Maradona pediu a camisa de Iarley no Boca Juniors

Atacante do Corinthians vestiu a 10 do clube de Buenos Aires, assim como o ídolo argentino. Presença do craque no vestiário assustou

Por Leandro Canônico São Paulo

Ela é sua, Dieguito. Estou usando agora, mas é por empréstimo"
Iarley a Maradona

Iarley está cansado. O Boca Juniors acabara de vencer um jogo da Libertadores de 2004 em La Bombonera. Já no vestiário, o atacante se prepara para o banho quando é surpreendido por um baixinho pedindo sua camisa. Não era uma criança, mas sim Diego Armando Maradona, maior jogador de futebol da história da Argentina e de quem o corintiano herdou a 10 no time de Buenos Aires.

- Eu disse a ele: “Ela é sua, Dieguito. Estou usando agora, mas é por empréstimo”. Ele riu e depois falou: “Gracias, pibe” – contou Iarley, lembrando da rápida conversa que teve com o craque, que completa 50 anos no próximo sábado.

Esse foi o único contato do atacante corintiano com o ídolo argentino em um ano de Boca Juniors. Mas o fato de vestir a 10 que foi do craque manteve sempre a sombra de Maradona próxima de Iarley. Desde o princípio foi assim. A começar pelo dia seguinte ao anúncio de que usaria o número.

- Quando cheguei ao Boca existia a especulação de quem vestiria a 10, mas nem passava pela minha cabeça. Até porque imaginava que usaria a 7, a 11 ou a 9, mais comuns para atacantes. Mas um dia o (técnico Carlos) Bianchi me chamou e me deu a 10. No dia seguinte os jornais estavam todos dizendo que um brasileiro vestiria a camisa de Maradona. Que pressão - disse.

Iarley MaradonaEx-camisa 10 do Boca, Iarley segura camiseta de Maradona (Foto: Leandro Canônico/GloboEsporte.Com)

Iarley, no entanto, tirou de letra a pressão. Fez um ótima temporada pelo Boca Juniors, foi campeão argentino e ainda levou um Mundial.

- Para um argentino não é fácil ver um brasileiro lá, ainda mais com a camisa 10 que era do Maradona. Só que logo de cara eu disse a todos que não esperassem um estilo parecido, muito menos um Ronaldinho Gaúcho. Avisei que meu estilo era Tevez. Eu e o Tevez lá na frente somos parecidíssimos – falou o atacante.

Com as boas atuações, porém, as comparações foram inevitáveis. Segundo Iarley chegaram até mesmo a compará-lo a Pelé. E ele gostou.

- Tiveram vários lances em que me compararam com o Maradona. Os jornais diziam que eu o encarnava. Chegaram até a me chamar de “irmão” do Pelé. Mas o lance que mais me marcou foi um gol que fiz numa vitória de 2 a 0 sobre o River Plate, no Monumental de Nuñez. Eu já vi na internet que aquele gol está entre os dez mais bonitos do superclássico – acrescentou Iarley.

Várias vezes me compararam com o Maradona. Diziam que eu o encarnava"
Iarley

É verdade que o atacante do Corinthians teve apenas um contato mais próximo com Maradona. Rápido demais até. Mas segundo ele, era fácil, muito fácil, saber quando o ídolo argentino estava em seu camarote em La Bombonera.

- A torcida nem precisava gritar o nome dele. Dentro de campo nós sabíamos que ele estava lá. Dava para notar no comportamento dos argentinos. Todos querendo aparecer mais, jogar bem... Deve ser algo semelhante ao que acontece quando o Pelé está na Vila Belmiro – completou Iarley, que por fim disse:

- Parabéns, Maradona!!!

fonte: globo

Ele quase foi do River Plate, e nunca jogou uma partida da Libertadores

Maradona atuou por 7 times em seus 21 anos de carreira, mas a sua grande identificação foi com o Boca Juniors, seu clube do coração. Pela equipe xeneize, Diego esteve por duas vezes, uma logo no início de sua carreira, após ser lançado pelo Argentinos Juniors, e outra após ficar afastado do futebol devido ao problema com doping na Copa de 1994. No entanto, apesar deste amor pelo clube, nunca disputou a competição mais importante para os clubes Sul-americanos, a Taça Libertadores.

maradonaboca2

Grande destaque do Argentinos Juniors, desde 1976, quando fez seu primeiro jogo como profissional com apenas 15 anos, e com a seleção argentina, apesar de não ter disputado a Copa de 1978, Maradona já despertava interesse de algumas equipes nacionais e internacionais (o Barcelona, que contratou o craque após sua passagem pelo Boca Juniors, era um dos clubes que gostariam de ter o futebol do jogador já nesta época), mas principalmente o River Plate.

- O River me fez uma oferta – a Cyterszpiller, na realidade – mais do que interessante. Aragón Cabrera, que era o presidente, disse a Jorge que ia ganhar o mesmo tanto que o jogador mais bem pago do plantel, que era Pato Fillol… Era muito interessante – confidenciou Diego em seu livro Yo Soy el Diego de la gente.

O River Plate era uma das melhores equipes da época, tinha dinheiro em caixa para pagar os 13 milhões de dólares pedidos pelo Argentinos e um bom elenco com Fillol, Passarella, Gallego, Merlo, Alonso e Jota Jota López. Ter Maradona em seu elenco tornaria os millonários, com toda certeza, uma das equipes mais fortes da América do Sul.

Todos sabiam que Maradona não gostaria de ir para o River Plate, principalmente por torcer para o Boca Juniors. E a pressão do Argentinos, em cima do craque era cada vez maior, principalmente pelo montante oferecido pelo clube de Núñez, só que uma entrevista para o jornal Crônica fez a história mudar.

Diego revelou que não iria para o River, mas sim para o Boca Juniors, mesmo sem ter recebido qualquer proposta do clube xeneize. O fato gerou desconforto na torcida millonária, que passou a hostilizar Maradona, e entre os dirigentes do clube, que viram o ato de Maradona como uma grande afronta.

- As conversas já estavam adiantadas quando Franconieri me chamou: “Olá Diego, já esta acertado com o River?”. Eu me calei um pouco, pensei e logo em seguida joguei: Não, não vou assinar porque o Boca me chamou”. Foi algo do momento, não sei, foi uma inspiração. A tarde, apareceu no Crónica, com um título bem grande: “Maradona no Boca”. A operação já estava em marcha, só faltava uma coisa, que os dirigente do Boca firmassem… E eles firmaram – destacou.

Maradona acabou se transferindo para o Boca por empréstimo, e o clube teve de pagar 4 milhões de dólares para o Argentinos Juniors, além de ceder 6 jogadores (Santos, Rotondi, Salinas, Zanabria, Bordón e Randazzo). Começava ai uma história de amor entre o Boca Juniors e Diego Maradona.

- Eu tinha recusado uma oferta do River, que estava cheio de dinheiro, para aceitar a do Boca, que não tinha nada. Era uma coisa de louco. Deixei de ganhar, mas sabia que fazendo um bom campeonato tinha o Barcelona aos meus pés – ressaltou Diego.

fonte: globo

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

BRASILEIRÃO SÉRIE A

Classificação 2010



P J V E D GP GC SG
Fluminense 54 31 15 9 7 51 33 18
Cruzeiro 54 31 15 9 7 43 32 11
Corinthians 53 31 15 8 8 53 38 15
Santos 48 31 14 6 11 53 42 11
Internacional-RS 48 31 14 6 11 37 33 4
Botafogo-RJ 48 31 11 15 5 43 32 11
Atlético-PR 47 31 13 8 10 35 38 -3
Grêmio 47 31 12 11 8 52 39 13
São Paulo 44 31 12 8 11 43 45 -2
10° Palmeiras 44 31 10 14 7 36 31 5
11° Ceará 42 31 10 12 9 27 30 -3
12° Vasco 42 31 9 15 7 35 33 2
13° Flamengo 38 31 8 14 9 34 33 1
14° Atlético-GO 35 31 10 5 16 42 47 -5
15° Guarani 35 31 8 11 12 31 44 -13
16° Atlético-MG 34 31 10 4 17 41 54 -13
17° Vitória-BA 34 31 8 10 13 34 41 -7
18° Goiás 31 31 8 7 16 34 50 -16
19° Avaí 30 31 7 9 15 39 49 -10
20° Grêmio-SP 24 31 6 9 16 31 50 -19
Data/Horário
Jogo
Local
27/10/2010 22:00 (Qua) Flamengo x Corinthians Engenhão
28/10/2010 21:00 (Qui) Atlético-GO x Ceará Serra Dourada
28/10/2010 21:00 (Qui) Fluminense x Grêmio Engenhão
28/10/2010 21:00 (Qui) São Paulo x Atlético-PR Arena Barueri
30/10/2010 16:00 (Saba) Vitória-BA x Vasco Barradão
30/10/2010 16:00 (Saba) Internacional-RS x Santos Beira Rio
30/10/2010 18:30 (Saba) Palmeiras x Goiás Arena Barueri
30/10/2010 18:30 (Saba) Avaí x Guarani Ressacada
30/10/2010 18:30 (Saba) Grêmio-SP x Cruzeiro Eduardo José Farah
30/10/2010 18:30 (Saba) Atlético-MG x Botafogo-RJ Arena do Jacaré

Artilheiros 2010



20

Jonas (Grêmio)


12

Bruno César (Corinthians)


10

Elias (Atlético/GO)
Obina (Atlético-MG)
Washington (2 pelo São Paulo) - (Fluminense)
Kleber - (2 Cruzeiro) - (Palmeiras)

Neymar (Santos)


fonte: gazeta esportiva

Blatter reconhece que Fifa errou na organização do Mundial de 2000

Logo após Roberto Carlos criar polêmica sobre título do Corinthians, suíço diz que dois brasileiros não poderiam fazer a final do torneio

Por GLOBOESPORTE.COM e agências de notícias Zurique, Suíça

Joseph Blatter no sorteio do Mundial de Clubes na sede da FIFA
Blatter durante o sorteio dos jogos do Mundial
de Clubes da Fifa (Foto: Divulgação)

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, aumentou a polêmica sobre o Mundial de Clubes de 2000, vencido pelo Corinthians no Rio de Janeiro. Poucos dias depois de Roberto Carlos chamar o torneio de "Mundialito" e afirmar que os times europeus vieram ao Brasil a passeio, o suíço reconheceu nesta quarta-feira que a fórmula de disputa do campeonato foi um erro.

Durante o sorteio dos jogos da edição deste ano, que será realizada pelo segundo ano em Abu Dhabi, Blatter afirmou que duas equipes do mesmo país não podem disputar a final: em 2000, o Timão bateu o Vasco no Maracanã.

- Em 2000, tivemos final entre dois times do mesmo país, o que estava errado e precisamos de outro formato. Um Mundial não deve ter times de um país na decisão - disse Blatter, lembrando ainda que a falência da empresa ISL, que organizava o torneio com a Fifa, acabou cancelando a edição de 2001 até 2005.

Após o Mundial de 2000, a competição só voltou a ser realizada em 2005, quando a Fifa uniu forças com o antigo Mundial Interclubes (ou Intercontinental, organizada pela Toyota entre os campeões da Europa e da América do Sul).

Atualmente, a Fifa não permite a participação de clubes do mesmo país no torneio. Caso uma da sede também o título continental, o o primeiro e segundo colocados do continente se classificam e o campeão nacional perde a vaga.

Até o momento, cinco times já estão com vaga garantida no Mundial de 2010, nos Emirados Árabes: Internacional (Brasil), Inter de Milão (Itália), Al Wahda (Emirados), Hekari United (Papua Nova-Guiné) e Pachuca (México).

fonte: globo

Inter enfrentará Pachuca ou campeão africano nas semifinais do Mundial

Sorteio na Fifa define que estreia colorada será contra clube do México, do Congo ou da Tunísia

Por Alexandre Alliatti Porto Alegre

FRAME - Sorteio do Mundial de Clubes da FIFA
Sorteio do Mundial de Clubes aconteceu na manhã
desta quarta-feira (Foto: Reprodução / Fifa)

Está traçado o caminho colorado na luta para reconquistar o planeta. Sorteio realizado pela Fifa nesta quarta-feira definiu que o primeiro adversário do Inter no Mundial de Clubes será o Pachuca, do México, ou o futuro campeão da África: o Esperance, da Tunísia, encara o Mazembe Englebert, do Congo, na decisão pelo título do continente. Mexicanos e africanos farão um duelo prévio, em 11 de dezembro, pelas quartas de final, e dele sairá o oponente do Inter nas semifinais do Mundial, dia 14 de dezembro, em Abu Dhabi.

O futuro campeão asiático caiu do lado do Internazionale nas chaves do Mundial. O Seongwan Ilhwa, da Coreia do Sul, enfrenta o Zob Ahan, do Irã, na disputa pela conquista continental. Daí sairá o adversário do Al-Wahda, dos Emirados Árabes, ou do Hekari United, de Papua Nova Guiné. Um deles enfrentará o clube italiano nas semifinais.

O Pachuca é um velho conhecido do Inter. Em 2007, o Colorado atropelou o clube mexicano na decisão da Recopa. Perdeu por 2 a 1 no México, mas fez 4 a 0 no Beira-Rio e ficou com o título. Caso enfrente um africano nas semifinais, o time gaúcho repetirá o que fez em 2006, quando passou pelo Al-Ahly, do Egito, antes de superar o Barcelona na finalíssima.

Feito o sorteio, o Inter começa a analisar seu possível primeiro adversário. Guto Ferreiro, olheiro do clube, inclusive já tinha agilizado o visto mexicano para observar o Pachuca mais de perto. Ele também deve ir para a Tunísia. A entrada no Congo é mais complicada, mas a falta de informações sobre o Mazembe obrigará o clube a fazer um esforço para chegar até lá.

FONTE: GLOBO

Mistão do Galo encara força máxima do Palmeiras, pela Sul-Americana

Preocupado com a degola, Dorival manda a campo time recheado de reservas. Já Felipão exige atenção total de seus comandados no torneio mata-mata

Por Valeska Silva e Julyana Travaglia Sete Lagoas, MG

Nesta quarta-feira, a partir das 19h45m (de Brasília), Atlético-MG e Palmeiras iniciam briga por vaga nas semifinais da Copa Sul-Americana. De um lado, os mineiros mandam a campo uma equipe recheada de reservas, já que o foco de Dorival Júnior é terminar o Campeonato Brasileiro na elite do futebol brasileiro. Já os paulistas, comandados por Felipão, não assumem que a competição continental virou prioridade, em detrimento do Campeonato Brasileiro, mas a disposição nos jogos anteriores e as escalações dão indícios de que a afirmação é verdadeira.

O canal Sportv tramsite o jogo para todo o Brasil e o GLOBOESPORTE.COM acompanha tudo em Tempo Real e com vídeos.

Daniel Carvalho no treino do Atlético-MG
Daniel Carvalho está confirmado entre os titulares
do Atlético-MG (Foto: Globoesporte.com)

Misto quente mineiro

Com um time mesclado, formado por reservas e titulares, o técnico Dorival Júnior manda a campo um Atlético-MG forte. Esta garantia foi dada pelos próprios jogadores, já que ninguém quer perder o embalo depois da vitória o rival Cruzeiro pelo Brasileirão.

O time misto terá atletas que costumam entrar no decorrer das partidas, como o atacante Neto Berola, e também outros mais experientes, casos do meia Daniel Carvalho e do volante Zé Luis. Destaque do Galo nas últimas rodadas, o goleiro Renan Ribeiro também está confirmado. A motivação de todos é grande, afinal, vão enfrentar um adversário de tradição em competições internacionais.

- Se trata de um clássico. Teremos pela frente um grande adversário, que deve vir buscando o resultado. Será um grande clássico - prevê o meia Daniel Carvalho, que volta a ter uma chance como titular. Condição que quer retomar, se possível, com uma boa atuação no jogo com o Palmeiras.

A possível ausência do chileno Valdívia foi comentada pelo jogador atleticano. O meia palmeirense embarcou com a delegação, mas não foi confirmado, ainda, pelo técnico Luis Felipe Scolari.

- É um excelente jogador. Se eu pudesse escolher, queria ele fora. Mas se não entrar, joga o Lincoln, outro jogador de qualidade. Neste momento, não dá para escolher. É enfrentar o que vem pela frente, e vencer.

Em relação ao time que venceu o Cruzeiro na última rodada do Brasileirão, o Atlético-MG entrará em campo com apenas três titulares: o zagueiro Werley, o volante Zé Luis e o goleiro Renan Ribeiro. O atacante Obina, que marcou três dos quatro gols, nem sequer foi relacionado.

Valdivia Palmeiras
Valdivia segue como dúvida na equipe paulista
(Foto: Julyana Travaglia / Globoesporte.com)

Força máxima paulista

Apesar de não confirmar publicamente que a Copa Sul-Americana é uma prioridade no ano, o técnico Luiz Felipe Scolari não esconde que adota alguns cuidados especiais na competição. Prova disso foi a dura que deu nos atletas na terça-feira, um dia antes de enfrentar o Galo. Na conversa, Felipão deixou claro que, em um torneio mata-mata, o Alviverde não pode dar bobeira e cometer os mesmos erros que teve na derrota para o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro.

- A conversa de hoje foi mais dura, para que não cometamos erros como no jogo com o Corinthians, pois não vamos ter como recuperar depois. Não queremos que isso aconteça de novo. Se acontecer, para reverter vai ser mais difícil porque não vamos ter tempo. Depois de velho, tomar dura não dá, mexe muito. É bom jogar bem para que essa conversa não volte a se repetir - comentou o volante Marcos Assunção, um dos atletas mais experientes do time.

Apesar de o Atlético-MG já ter deixado claro que sua maior preocupação é com o Campeonato Brasileiro, competição na qual ocupa a 16ª posição, depois de ter passado 21 rodadas seguidas na zona de rebaixamento, os palmeirenses acreditam que o Galo não será um adversário fácil. E se preocupam com a disposição dos atletas reservas, que serão titulares na partida da Sul-Americana.

- Se os jogadores estão lá é porque têm qualidade. Eles vão querer mostrar que têm condições de serem titulares. Vai ser difícil porque eles vão fazer de tudo para aparecer para o Dorival - salientou Assunção.

No time, Maurício Ramos é a baixa, com dores no tornozelo direito. Em compensação, Valdivia foi relacionado para a viagem, apesar de seguir como dúvida na partida, por ainda sentir dores na parte posterior da coxa esquerda. O atleta será monitorado pelo departamento médico palmeirense até momentos antes da partida. Caso não possa atuar, Lincoln deve substituí-lo.

atlético-mg x palmeiras
Renan Ribeiro; Jairo Campos, Cáceres e Werley; Diego Macedo, Zé Luis, Méndez, Daniel Carvalho e Fernandinho; Neto Berola e Ricardo Bueno. Deola; Márcio Araújo, Fabricio, Danilo e Gabriel Silva; Edinho, Marcos Assunção, Rivaldo, Tinga e Valdivia (Lincoln); Kleber.
Técnico: Dorival Júnior Técnico: Luís Felipe Scolari
Local: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). Data: 27/10/2010. Horário: 19h45m (de Brasília).
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ) Auxiliares: Erich Bandeira (Fifa-PR) e Alessandro Álvaro Rocha Matos (Fifa-BA).
Transmissão: o Sportv transmite a partida para todo o país.
Tempo Real: o GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances a partir das 19h30m.
FONTE: GLOBO

Vasco detecta principal carência para resolver em 2011: um centroavante

Diretoria quer dar mais (e melhores) opções para o técnico PC Gusmão

Por Fred Huber e Thiago Fernandes Rio de Janeiro

rodrigo caetano dirigente do vasco
Rodrigo Caetano, diretor executivo do Vasco

(Foto: Márcio Iannacca / Globoesporte.com)

A diretoria e a comissão técnica do Vasco já detectaram a principal carência do time: a falta de um atacante de referência, um camisa 9. No elenco atual, apenas Nunes tem esta característica. O jogador, no entanto, viveu altos e baixos e ficou muito tempo afastado da equipe por causa de lesões. Na montagem do grupo para a próxima temporada, a prioridade será contratar um homem-gol que aproveite bem a velocidade de Eder Luis, Zé Roberto e os lançamentos de Felipe.

De acordo com o diretor executivo de futebol, Rodrigo Caetano, é preciso ter opções no elenco. Com isso, alguns dos jogadores que estão emprestados até o fim do ano, como Rodrigo Pimpão, Léo Gago, Enrico, Élder Granja, Gian e Jeferson serão avaliados e têm chance de voltar. O centroavante Elton, que poderia solucionar o problema na frente, corre o risco de não retornar porque o Sporting Braga tem a opção de compra o atleta.

- Certamente queremos um centroavante. Independentemente de nome, sempre temos que ter mais e melhores opções. É uma carência do futebol brasileiro (centroavante). Nós temos um elenco jovem e promissor. Alguns jogadores que estão emprestados estão indo bem. Vamos poder escolher e depois focar nas carências - disse o dirigente.

Depois de acertar as permanências de Fernando Prass, Romulo e Dedé, o clube terá que se desdobrar para conseguir a permanência de Rafael Carioca, que pertence ao Spartak Moscou. O caso é considerado difícil.

rafael carioca vasco coletiva
Permanência de Rafael Carioca é muito difícil

(Foto: Marcelo Sadio / Site Oficial do Vasco)

- O caso do Rafael Carioca tem uma outra parte, uma equipe russa com bom poder financeiro. Para a permanência dele, vamos precisar de muita estratégia. Acredito que o atleta está feliz no Vasco e tem o interesse em ficar. Mas sabemos que é difícil.

Outras opções para 2011 podem já estar na Colina. Patric e Diego Rosa foram contratados recentemente e, por não estarem inscritos, estão atuando no sub-23. Os dois estão agradando muito.

- O Patric tem contrato até maio, após o Campeonato Carioca. Infelizmente, ele e o Diego Rosa não estão à disposição do PC porque não chegaram em tempo de serem inscritos. São jogadores para 2011.

Enquanto planeja 2011, Rodrigo Caetano pensa também em sua situação, já que seu contrato termina no fim deste ano. Ele espera que a situação seja resolvida rapidamente.

- Não conversamos sobre isso depois do clássico, mas muito em breve deveremos ter uma definição. Este não é o assunto mais importante. Gostaria que o Vasco somasse os pontos para ficar em uma posição melhor. Vamos terminar bem.

fonte: globo