Jerome Valcke, no entanto, disse que as dificuldades são normais
'Não quero saber de problemas, mas de soluções', disse Blatter quando perguntado sobre as condições do Brasil, sede da Copa-2014 (Crédito: EFE)
– Vamos ter muito trabalho.
Foi assim que o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, explicou como estão preparativos para a Copa do Mundo no Brasil, em 2014.
– Temos que construir estádios, estradas, aeroportos. Também precisamos pensar em comunicação, hospedagem... Mas é assim mesmo – completou o dirigente, que deve se mudar para o país no segundo semestre, como fez depois da Copa-2006, para a África do Sul.
A entidade está preocupada com o andamento da preparação brasileira. Na entrevista de encerramento do Mundial-2010, concedida nesta segunda-feira, em Johannesburgo, os dirigentes evitaram ao máximo falar sobre a próxima edição. Só uma pergunta sobre o tema foi feita e vários jornalistas brasileiros não tiveram suas solicitações atendidas. Ao sair, Valcke disse rapidamente que aquele encontro servia para tratar apenas da competição encerrada.
– Não quero saber dos problemas (para a Copa-2014), mas, sim, das soluções – decretou o presidente da Fifa, Joseph Blatter.
Para a primeira edição realizada no continente africano, Blatter deu nota 9, arrancando sorrisos dos membros do comitê organizador - depois da Copa das Confederações, em 2009, o dirigente tinha atribuído um 7,5 ao país-sede. E por que não a nota máxima?
– Não é 10 pois a perfeição não existe, nem na vida nem no futebol. Na univerdade, por exemplo, esse 9 seria acompanhado de um menção honrosa – completou.
Blatter confirmou a participação do Brasil como país-sede, o que já era sabido, mas preferiu não adiantar se a América do Sul continuará tendo as mesmas cinco vagas de classificação - quatro diretas e uma na repescagem. Para 2010, além da seleção anfitriã, o continente africano manteve suas cinco vagas.
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